27.10.10

Entrevista com o Embaixador português em Londres sobre o desaparecimento de Maddie


Journalist - The 'Madeleine McCann' case turned the relations between both countries difficult, mainly because of the media mutually attacking each other. You, Mr. Ambassador were strongly criticized by statements given in an interview to 'The Times' newspaper by the well known columnist Tony Parsons. Was this the most difficult case of your commission?

Ambassador - No. The story had a great media attention. What I said is that there are many more kidnappings in the UK than in Portugal, and no one mentioned that. There are speculations and books written [on the case], but we do not know what has happened. As far as I know the parents called first the media before the police. There were some problems with the lack of information and misunderstanding, since the British do not have the concept of secrecy of Justice. Besides 'The Times', I gave four other interviews on the British television stressing the importance for both countries police authorities to work together. There was even data that was investigated in British laboratories. Portugal was not trying to hide anything. The case was archived because there weren't evidence [material proves], but it might be reopened. I will not make value judgments, the parents lived difficult moments. I understand their pain because I have a son.



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Acórdão da Relação de Lisboa sobre a interdição da venda de "A Verdade da Mentira"


Clique neste link para fazer o "download" do Acórdão da Relação de Lisboa sobre a interdição da venda do livro de Gonçalo Amaral "A verdade da Mentira"

20.10.10

Gonçalo Amaral já pode falar em público sobre o caso Maddie e continuar a vender o livro "A verdade da Mentira



O Tribunal da Relação acaba de revogar a providência cautelar interposta pelo casal McCann, que ía no sentido de calar o ex-coordenador da Polícia Judiciária. Há um ano que Amaral estava proíbido de vender livros e vídeos sobre o caso, de executar novas edições e de dar entrevistas sobre o desaparecimento da menina inglesa.

2.9.10

Jornalistas mentecaptos? Ou haverá aqui algo mais que isso?



O pedófilo Raymond Hewlett escreveu uma carta, antes de morrer, em Abril passado, onde diz que um clã cigano raptou Madeleine Mccann, por encomenda de um casal rico que n˜åo tinha filhos. A carta foi entregue por um desconhecido ao filho de Hewlett. Wayne Hewlett, que tinha cortado relações com o pai há muitos anos, leu a carta e queimou-a. 
A notícia foi avançada pelo jornal Sun, há dois dias. O porta-voz dos Mccann, Clarence Mitchell, disse aos jornalistas que os pais de Madeleine “estavam muito gratos a Wayne, por este ter revelado aquela informação” e os investigadores ao serviço do casal iriam colocar, no topo das suas prioridades, interrogar o filho de Raymond Hewlett. 
Aqueles que conhecem bem este caso não ficarão admirados com a criatividade do “Team Mccann”. Mas quem tiver dois dedos de testa, percebe que a história não tem pés nem cabeça – e é impossível de provar seja o que for.


Primeiro, Hewlett já morreu. Segundo, ninguém sabe quem é o “desconhecido” que entregou a carta ao filho. Terceiro, o filho queimou a carta. Curioso, nesta história, é que o Diário de Notícias, ao citar o Sun, se tenha esquecido de mencionar o pormenor de a carta ter sido queimada e o “correio” que a entregou ser desconhecido. 
O que deixa duas hipóteses em aberto, a saber: 
1 – A notícia foi escrita por um estagiário, dessa ninhada de “doutores” que saem das faculdades de Jornalismo ao mesmo ritmo que uma porca pare bacorinhos e que confundem o Manuel Germano com o “género humano” ou andam à procura do “País do Apartheid” no mapa. 
2 – A menção ao facto de o filho de Raymond Hewllet ter queimado a carta com indícios importantes para um crime que ainda está a ser investigado foi deixada de lado, premeditadamente.