17.2.18

Mais dinheiro para continuar a procurar Maddie

 Os pais de Maddie McCann têm quase 830 mil euros guardados num fundo monetário para continuar a financiar a investigação sobre o desaparecimento da filha, isto se o Governo não voltar a alargar o prazo e deixar de investir recursos públicos na investigação já a partir do final do mês de março.
De acordo com o The Sun, os pais da meina desaparecida na Praia da Luz, em Lagos, têm 827.153 mil euros disponíveis num fundo criado com o objetivo de financiar a investigação policial, caso o governo britânico deixe de o fazer. O Ministério do Interior britânico está a avaliar, entretanto, um pedido de financiamento adicional para a investigação da polícia britânica ao desaparecimento em Portugal de Madeleine McCann, disse à Lusa um porta-voz. A Polícia Metropolitana britânica pediu fundos adicionais no início de 2017 e recebeu 85.000 libras (100 mil euros) para serem gastos nos seis meses entre abril e setembro. Desde 2011, estima-se que esta operação tenha custado mais de 12 milhões de libras (14 milhões de euros).
Em abril de 2017, a propósito do 10.º aniversário do desaparecimento, Mark Rowley, diretor geral adjunto da Polícia Metropolitana, afirmou que existiam ainda algumas "linhas de investigação cruciais", sem revelar mais detalhes.
"Temos algumas linhas de investigação cruciais, elas estão ligadas a certas hipóteses, mas não vou discuti-las porque fazem parte de uma investigação em curso. Temos algumas teorias sobre o que podem ser as explicações mais prováveis e estamos a investigá-las", afirmou.
Foi após um apelo dos pais ao antigo primeiro-ministro britânico David Cameron que foi aberta em 2011 a "Operação Grange", nome da investigação britânica ao desaparecimento da criança britânica para rever toda a informação disponível.

4.2.18

"A GUERRA DOS MCCANN" - EM LIVRO DIGITAL (E-BOOK), DISPONÍVEL A PARTIR DE 28 DE AGOSTO DE 2018

Uma análise detalhada da campanha difamatória lançada pelos Media britânicos 
contra a Polícia Judiciária e as autoridades portuguesas

 

27.10.10

Entrevista com o Embaixador português em Londres sobre o desaparecimento de Maddie


Journalist - The 'Madeleine McCann' case turned the relations between both countries difficult, mainly because of the media mutually attacking each other. You, Mr. Ambassador were strongly criticized by statements given in an interview to 'The Times' newspaper by the well known columnist Tony Parsons. Was this the most difficult case of your commission?

Ambassador - No. The story had a great media attention. What I said is that there are many more kidnappings in the UK than in Portugal, and no one mentioned that. There are speculations and books written [on the case], but we do not know what has happened. As far as I know the parents called first the media before the police. There were some problems with the lack of information and misunderstanding, since the British do not have the concept of secrecy of Justice. Besides 'The Times', I gave four other interviews on the British television stressing the importance for both countries police authorities to work together. There was even data that was investigated in British laboratories. Portugal was not trying to hide anything. The case was archived because there weren't evidence [material proves], but it might be reopened. I will not make value judgments, the parents lived difficult moments. I understand their pain because I have a son.



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Acórdão da Relação de Lisboa sobre a interdição da venda de "A Verdade da Mentira"


Clique neste link para fazer o "download" do Acórdão da Relação de Lisboa sobre a interdição da venda do livro de Gonçalo Amaral "A verdade da Mentira"

20.10.10

Gonçalo Amaral já pode falar em público sobre o caso Maddie e continuar a vender o livro "A verdade da Mentira



O Tribunal da Relação acaba de revogar a providência cautelar interposta pelo casal McCann, que ía no sentido de calar o ex-coordenador da Polícia Judiciária. Há um ano que Amaral estava proíbido de vender livros e vídeos sobre o caso, de executar novas edições e de dar entrevistas sobre o desaparecimento da menina inglesa.

2.9.10

Jornalistas mentecaptos? Ou haverá aqui algo mais que isso?



O pedófilo Raymond Hewlett escreveu uma carta, antes de morrer, em Abril passado, onde diz que um clã cigano raptou Madeleine Mccann, por encomenda de um casal rico que n˜åo tinha filhos. A carta foi entregue por um desconhecido ao filho de Hewlett. Wayne Hewlett, que tinha cortado relações com o pai há muitos anos, leu a carta e queimou-a. 
A notícia foi avançada pelo jornal Sun, há dois dias. O porta-voz dos Mccann, Clarence Mitchell, disse aos jornalistas que os pais de Madeleine “estavam muito gratos a Wayne, por este ter revelado aquela informação” e os investigadores ao serviço do casal iriam colocar, no topo das suas prioridades, interrogar o filho de Raymond Hewlett. 
Aqueles que conhecem bem este caso não ficarão admirados com a criatividade do “Team Mccann”. Mas quem tiver dois dedos de testa, percebe que a história não tem pés nem cabeça – e é impossível de provar seja o que for.


Primeiro, Hewlett já morreu. Segundo, ninguém sabe quem é o “desconhecido” que entregou a carta ao filho. Terceiro, o filho queimou a carta. Curioso, nesta história, é que o Diário de Notícias, ao citar o Sun, se tenha esquecido de mencionar o pormenor de a carta ter sido queimada e o “correio” que a entregou ser desconhecido. 
O que deixa duas hipóteses em aberto, a saber: 
1 – A notícia foi escrita por um estagiário, dessa ninhada de “doutores” que saem das faculdades de Jornalismo ao mesmo ritmo que uma porca pare bacorinhos e que confundem o Manuel Germano com o “género humano” ou andam à procura do “País do Apartheid” no mapa. 
2 – A menção ao facto de o filho de Raymond Hewllet ter queimado a carta com indícios importantes para um crime que ainda está a ser investigado foi deixada de lado, premeditadamente.

Jornalistas mentecaptos? Ou haverá aqui algo mais que isso?

7.3.10

Nove dias depois do "desaparecimento" de Madeleine McCann

Espero que o Sr. Robert Mendick morra brevemente de cancro no estômago



Home Office launches secret review into Madeleine McCann's disappearance

The Home Office has secretly begun a review that could lead to a fresh police inquiry into the disappearance of Madeleine McCann.

Published: 9:00PM GMT 06 Mar 2010

(…)
“Pressure is now being put on Portuguese authorities to agree in the first instance to a three-day review of the case that could be held at Interpol's headquarters in Lyon in France. The McCanns will hope the Home Office can persuade their Portuguese counterparts to co-operate in a case review. The review – were it to go ahead – would involve British police working with Portuguese counterparts as well as experts in child abduction across other European forces.”
(…)
“A further obstacle was removed with the death from stomach cancer two weeks ago of Guilhermino Encarnacao, who was in charge of the Policia Judiciaria in the Algarve."
(…)

6.3.10

Madeleine McCan refém da Frente de Libertação da Madeira


An email from the Madeira Liberation Army who claimed to be holding Madeleine and had a video showing her in good health, but couldn’t vouch for her safety unless the city of Funchal was granted independence.”