18.2.10

Não há machado que corte...


Não há machado que corte

A raiz ao pensamento

Não há morte para o vento

Não há morte

Se ao morrer o coração

Morresse a luz que lhe é querida

Sem razão seria a vida

Sem razão

Nada apaga a luz que vive

No amor num pensamento

Porque é livre como o vento

Porque é livre


Versos: Carlos de Oliveira

Música: Manuel Freire



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